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·28 de marzo de 2025

POR ENQUANTO É ISSO (MARIO NETO)

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POR ENQUANTO É ISSO (MARIO NETO)

Começamos amanhã, sábado, a nossa caminhada no Campeonato Brasileiro contra o Fortaleza fora de casa e na próxima terça feira estrearemos na Copa Sul-Americana contra o Once Caldas da Colômbia, também na casa deles, o que não será nada fácil, muito pelo contrário. O que podemos esperar do nosso Fluminense, não só nestas duas competições como também no retorno da Copa do Brasil (terceira fase) e no Mundial de Clubes no meio do ano? São boas as nossas perspectivas de sucesso? Quais são as nossas chances reais de conquistar algo neste ano? Ou ficaremos pelas Copas Vamos por partes: hoje, dia 29 de março, é claro que muita água passará por debaixo da ponte. Vejo que as nossas maiores esperanças de sucesso estarão nas disputas da Copa Do Brasil e na Sul-Americana, e mesmo assim será um osso duro de roer para passarmos para as fases seguintes. Quanto ao Campeonato Brasileiro, embora tenhamos melhorado muito o nosso elenco em geral, considero muito difícil, quase sem chance, brigarmos pau a pau com o Flamengo, o Palmeiras e o Atlético Mineiro, que sobram financeiramente em relação conosco e além disso fizeram ou mantiveram o elenco nesta janela de transferência. Soma-se a isto o fato de temos reforçado muito o elenco, e (como já disse melhorarmos demais neste quesito) ainda falta algo para podermos disputar este número inacreditável de competições, que nos tirará jogadores por contusões e suspenções. Não nos esqueçamos de que serão 39 rodadas do Brasileirão e jogos, na sua maioria, quarta ou quinta, sábado ou domingo. Mesmo para clubes citados acima como teoricamente favoritos não será mole. Hoje eu apostaria que a nossa maior chance de sucesso (esta possibilidade é muito real) estará na briga por uma vaga na Libertadores da América de 2026, ou seja, ficarmos entre os seis ou sete primeiros colocados. Não passa pela minha cabeça repetirmos o sufoco que passamos no ano passado. Para mim, até que se prove o contrário, foi um ano atípico, onde tudo deu errado do princípio ao fim. Custa-me acreditar que de novo não aprendemos com os erros. Durante alguns anos, notadamente na última década, quando me perguntavam o que eu esperava da nossa participação, eu dizia que torcia para sairmos da segunda página na tabela de uma vez por todas, já estava de saco cheio. Agora isso não passa mais pela minha cabeça (neste exato momento estou batendo na madeira). Em relação a nossa estréia na Sul-Americana, terça feira na Colômbia contra o Once Caldas, uma equipe que está mais do que acostumada a disputar este tipo de competição, é uma incógnita. Na fase de grupo só passa direto para a seguinte o primeiro colocado, o segundo jogará com um time que virá da eliminação da Libertadores da América. Muitos, mas muitos mesmo, não levam e detestam essa competição, por achá-la uma colcha de retalhos da Libertadores. Não deixam de ter suas razões. Por outro lado, a grana para quem vencê-la é de respeito, além da classificação direta do campeão para a Libertadores da América. A Copa do Brasil fica para depois (tomara que o sorteio para a fase seguinte não seja tão algoz), quando ela voltar em ação.


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